GVT, de 'zebra' do setor a operadora de R$ 16 bilhões

18/03/2013

Amos Genish, fundador e presidente da GVT: objetivo de adaptar a companhia a mudanças do setor de telecomunicações

A Vivendi pode não ter conseguido os R$ 18,5 bilhões (€ 7 bilhões) que pretendia pela GVT, mas isso está longe de ser um problema para a empresa brasileira inaugurada em 2000 como espelho da antiga Brasil Telecom (Oi) e que enfrentou desafios muito maiores.

A GVT, que é considerada praticamente a "zebra" do setor, criada literalmente do nada, estaria hoje entre as 25 maiores empresas brasileiras, considerando as listadas na BM&FBovespa, incluindo estatais. Para essa colocação no ranking considera-se a melhor oferta entregue à Vivendi pelo negócio, de R$ 16,4 bilhões. No ranking só de empresas privadas, a posição da GVT melhoraria mais quatro posições. Além disso, no setor, estaria à frente da Oi, que vale cerca de R$ 15,5 bilhões na bolsa brasileira. Perderia apenas para a Telefônica/Vivo, avaliada em quase R$ 55 bilhões, e para a Telecom Italia, atualmente em R$ 21 bilhões.

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