31/01/2013
Um debate acalorado ocupou o palco Arquimedes da Campus Party na quarta-feira. Alexander Castro, diretor de regulamentação do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil), Eduardo Parajo, integrante do Comitê Gestor da Internet (CGI.br) e presidente do conselho consultivo da Associação Brasileira de Internet (Abranet), e Carlos Afonso, integrante do CGI.br e diretor do Instituto Nupef, conversaram sobre o Marco Civil da Internet, que aguarda votação do Congresso.
Em defesa das empresas de telecomunicações, Castro afirmou que o artigo 9 do projeto de lei, que estabelece a neutralidade de rede, deveria ser mudado. "As empresas deveriam ter a possibilidade de oferecer aos assinantes serviços como a restrição de acesso a sites pornográficos, por exemplo, caso o cliente queira prevenir seus filhos de entrar nessas páginas, mas o Marco Civil impede. O artigo quer normatizar o que as empresas podem oferecer", exemplificou.
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