18/11/2014
A Agência Espacial Brasileira, assim como a Visiona e a Telebras reagiram às críticas de que não há participação da indústria nacional no satélite geoestacionário de defesa e comunicações. Ainda que seja considerada uma nova etapa do programa espacial, a importação do artefato atende à demanda dos contratantes: o cumprimento do prazo para que o satélite esteja funcionando.
“O SGDC tem que ser visto pelo momento em que estamos passando.
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